Ter fé é acreditar no que dizem, sem verificar. E a caridade "espírita" é um dogma que todos preferem acreditar por uma questão de conforto. Estigmatizada como a "religião mais honesta do mundo", a versão deturpada do "Espiritismo" praticada no Brasil esconde muita coisa que precisa ser verificada, sob o grande risco de sermos todos enganados por um bando de embusteiros.
Não é cruel investigarmos o que está or trás da caridade praticada por centros e por lideranças. É uma caridade sem resultados, em que problemas não são resolvidos e pobres nunca retirados de sua condição humilhante. Mais de 130 anos de "Espiritismo" não conseguiram transformar a sociedade tornando-a mais justa e racional. Deve haver algo de estranho para tanto fracasso.
Devemos observar se a caridade está sendo praticada de forma correta. Que interesses estão por trás de manter os pobres em suas condições? Porque exaltar a Teologia do Sofrimento em livros, textos e palestras se a mesma doutrina se propõe a eliminar o sofrimento das pessoas (contradição)? Porque resultados tão pífios são exaltados de forma histérica a consagrar lideranças que praticamente só existem para colecionar prêmios e mais prêmios sem fazer o minimo de transformação social?
Estas e outras perguntas devem ser respondidas de forma objetiva, se a fanática paixão. Não tem nada de ofensivo pesquisar e verificar como é feita a filantropia nas casas "espíritas", diante de um resultado muito aquém do esperado. E o mais importante: cobrar impostos destes centros, para que eles realmente contribuam para real transformação social.
Sim, porque instituições religiosas, além de seus proprietários, não devem ter privilégios em relação a outras pessoas físicas e jurídicas da sociedade, merecendo pagar impostos para que possam funcionar. Impostos, quando distribuídos por políticos responsáveis (sim, eles existem! Mas não na sempre gananciosa direita), geram benefícios reais a todos e dependendo, pode tirar pobres de sua condição infeliz.
Não estamos aqui apontando o dedo para donos de centros e lideranças "espíritas". Mas é preciso verificar o que eles fazem pelos pobres, sem ter fé cega em seu prestígio que muitas vezes é forjado. Quem não deve, não teme e se "espíritas" fazem caridade de forma exemplar, o resultado com certeza aparece. Se não apareceu, é porque ou está sendo mal feita ou simplesmente a caridade "espírita" não existe, sendo apenas uma forma de promover e blindar lideranças diante da opinião pública.
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